Entre o fim dos anos 60 e o início dos 70, Arembepe foi o centro internacional do movimento hippie. Os Novos Baianos, Mick Jagger, Janis Joplin, Roman Polanski, Glauber Rocha, José Simão, Jack Nicholson e muitos outros artistas geniais passaram pela vila do litoral baiano, onde todo mundo viajava no ácido, via disco voador e podia andar nu sem ser incomodado. Tudo isso em plena ditadura no Brasil. Histórias saborosas desse período de pura transgressão foram reunidas no livro “Arembepe, aldeia do mundo”, de Cláudia Giudice, Luiz Afonso Costa e Sérgio Siqueira, lançado pela Máquina de Livros e que pode ser encontrado nas livrarias, na Amazon e no site da editora.

 

 

Na busca por um sonho e pela utopia de viver fora do sistema, um paraíso escondido no litoral norte da Bahia se tornou o principal reduto do movimento hippie mundial. Em plena ditadura, Arembepe foi o centro da contracultura e cenário de aventuras, loucura e transgressão. O livro narra histórias saborosas embaladas por amor livre envolvendo inúmeros outsiders, poetas, artistas, sonhadores e agregados. Eles promoveram uma revolução sem precedentes e seu símbolo maior continua lá: a aldeia hippie.