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Bruno Thys

Sobre Bruno Thys

Bruno Thys é jornalista, foi CEO de empresas de comunicação e hoje é sócio da Editora Máquina de Livros, voltada para publicações no segmento “não ficção”

Flashs do Brasil em julho de 2022

Os poderes se apresentam, neste momento, em sentido oposto ao previsto na Constituição: nada têm de independentes, vide união de Executivo e Legislativo pra saquear o orçamento público. E a desarmonia é generalizada. A exibição ao público do coração de Pedro I num pote de formol, nas comemorações dos 200 [...]

Por |2022-07-15T12:39:02-03:00julho 15th, 2022|Bruno Thys|

Março de 2022: Ucrânia é a Síria da vez

Putin deve ter cálculos estratégicos que a minha (falta de) inteligência não alcança. Ao invadir a Ucrânia, ele, que está à frente de um dos maiores postos de combustível do planeta - na definição de Yuval Harari -, acelerou a mudança da matriz energética no mundo. Deu um tiro no [...]

Por |2022-03-29T17:18:37-03:00março 29th, 2022|Bruno Thys|

Reflexões sobre a era digital feitas há 13 anos

Algumas frases de “A nova era digital”, livro de Eric Schmidt, presidente do Google, e Jared Cohen, diretor do Google Ideas. - A Internet é uma das poucas coisas criadas pelos homens que eles não entendem completamente. - É o maior experimento da história envolvendo anarquia. É o maior espaço [...]

Por |2021-09-17T00:55:24-03:00setembro 17th, 2021|Bruno Thys|

Nosocômio e oitiva: o rigor da informação em detrimento da clareza

A reforma da imprensa, nos anos 50, incluiu a modernização do texto. Expressões como fulano estava “homiziado” ou sicrano foi socorrido no “nosocômio”, importadas do jargão bacharelesco, foram devolvidas aos donos. “Oitiva”, idem. Entretanto essa palavra reaparece agora, com força no noticiário. Que legisladores e advogados falem jurisdiquês, ok, assim [...]

Por |2021-07-12T11:00:52-03:00julho 12th, 2021|Bruno Thys|

Sobre hinos e esperança no porvir

Nos meus tempos de escola, tínhamos que aprender os hinos do país. E eram muitos. Embora preferisse os “não oficiais” pela leveza e clareza - Cidade Maravilhosa, Aquarela do Brasil, entre outros -, gostava da “Canção do Expedicionário” pela levada acelerada, que começava “cornetada” e assumia um desenho melodioso, bom [...]

Por |2021-06-08T00:39:04-03:00junho 8th, 2021|Bruno Thys, Colunistas|