O Sesc Rio retomou o formato presencial do projeto CineSesc, pelo qual a instituição promove sessões de cinema gratuitas em suas unidades, tendo como foco produções que tiveram pouco destaque no circuito comercial brasileiro. Em maio, o projeto traz a mostra “Cores da Diversidade”.

O tema e a curadoria das obras buscam revelar as múltiplas cores da nossa diversidade. O conjunto de obras apresentadas neste recorte sugere caminhos para o público refletir a respeito dos avanços na discussão sobre temáticas e vivências negras, LGBTQIA+ e indígenas no Brasil e no mundo, assim como aponta as dificuldades e as armadilhas que esses corpos ainda precisam enfrentar em seus cotidianos.

Cena do filme Café com Canela.

Ao todo, são mais de 90 sessões – de curtas e longas-metragens – em 12 unidades do Sesc no Estado, quatro delas na capital (Copacabana, Madureira, Ramos e Tijuca). Na Região Metropolitana e no interior, o circuito passa por Niterói, São Gonçalo, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Barra Mansa, Campos, Nova Friburgo e Teresópolis.

Os longas em cartaz são Rafiki, Café com Canela e Inferninho. Já os curtas são Ava Kuña, Aty Kuña – Mulher Indígena, Mulher Política; Camylla Bruno; Seremos Ouvidas; Jeroky Gwasu – Grande Canto; Olhe-se; Inabitáveis; Ruby; Konãgxeka: O Dilúvio Maxakali; e Xondaro Ka´Aguy Reguá (Forest Warrior).

A animação “A vida dentro de um melão”.

Além da mostra “Cores da Diversidade”, dirigida ao público adulto, o CineSesc retoma as exibições de cinema para crianças, adolescentes e toda família. Para os pequenos, serão exibidos Asterix e o segredo da poção mágica (2018), de Louis Clichy e Alexandre Astier; Miúda e o guarda-chuva, de Amadeu Alban (2019); e Tito e os pássaros (2018), de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto.

Já para o público infantojuvenil, os filmes serão 5 Fitas, de Vilma Carla Martins Silva (2020); Aurora – a rua que queria ser um rio, de Radhi Meron (2021); A inacreditável história do milho gigante, de Aldenor Pimentel (2021); As aventuras de Pety, de Anahí Borges (2020); O menino e o ovo, de Juliana Capilé (2020); Vento Viajante, de Beatriz Lindenberg (2020); Baile, de Cíntia Domit Bittar (2019); e Vida dentro de um melão, de Helena Souza Neves Frade da Cruz (2020).