Show de Decco Torres na Casa Baco

Na noite da última sexta (23), Decco Torres subiu ao palco da Casa Baco, na Lapa, lotando o espaço com o show/baile de pré lançamento do CD “Vem Pra Pista”. 
 
No começo da noite a artista e também DJ Juliana Gomes assumiu a pista com o melhor do soul e da black music. Às 22h30, o irreverente Decco Torres começou seu show que teve como direção musical e arranjo Daniel Lemos e direção de produção Rosane Cartier.
 
Decco apresentou seu mais novo hit Dança Yemanja, de sua autoria junto com Daniel Lemos, além de canções como Mal De Amor – Daniela Tourinho, Favela – Vicente Pinheiro e Eu Quero Dançar – versão de Juliano Courtuah para a música Give Me The Night, e ainda Fora da Lei, Nego do Cabelo Bom, Lábios de Mel, Carrossel, Bom Senso, Dançando Com a Vida,Olhos Coloridos e Amigo De Nova York – de Macau e Durval Ferreira.
 
Uma noite mágica, estou de volta aos palcos” - anunciou o cantor que estava vestido com um lindo macacão jeans com estampas afro e uma jaqueta ornada com paetês dourados feitos especialmente para a noite pela sua estilista e amiga Bya Feliciano, da arca Monjubá.
​Cred Foto: Al​onso Martinez

 

5 artisti brasiliani geometrici, na Um Galeria

No dia 27 de junho, a Um Galeria, da marchand Cassia Bomeny, inaugura a exposição “5 artisti brasiliani geometrici”, com cerca de 20 obras recentes e inéditas, dentre esculturas e pinturas, dos artistas Luiz Dolino, Manfredo de Souzanetto, Maria-Carmen Perlingeiro, Rodrigo de Castro e Suzana Queiroga. Com curadoria de Luiz Dolino, a mostra traz uma seleção de obras de artistas ligados à linguagem geométrica. A exposição começará na Um Galeria, no Rio de Janeiro, e seguirá ampliada para Roma, Lisboa, Basel e Bolonha.

 

“O eixo central do argumento se sustenta na vontade de exibir cinco artistas que se aproximam e se tornam íntimos, sem prejuízo da singularidade de suas escolhas diante do ilimitado da expressão. A Geometria – geom, tudo aquilo que em Matemática se ocupa do estudo do espaço e das figuras que podem ocupa-lo – é, na largada, o polo que nos une. O rigor formal permeia o sonho, constrói e desconstrói. Há uma arquitetura que se impõe, que edifica; mas há também uma ordem que deforma, implode, desmonta”, afirma o curador Luiz Dolino.

 

Rodrigo de Castro e Luiz Dolino apresentarão pinturas inéditas. Esses dois artistas “perseguem mais de perto a rota euclidiana – exploramos figuras que não possuem volume”, explica o artista e curador Luiz Dolino, que ressalta uma diferença: “Rodrigo ousa dizer que está sempre em busca da cor que melhor se ajuste ao seu propósito. Do meu lado, sou mais direto, cético. Preciso tão somente de quatro cores”, diz.

Luiz Dolino_Coliseu, 2016_Acrílica sobre tela_150cmX180cm

Manfredo de Souzanetto apresentará obras “onde fragmentação do suporte, os pigmentos naturais de terras brasileiras e a construção da forma determinam o dinamismo da obra no espaço”, conta o artista. Para o curador, vem da obra de Manfredo “o privilégio atribuído à presença do objeto que, antes de tudo, nos surpreende. Mais ainda talvez, nos assusta e perturba com sua arritmia. Extasiamo-nos diante da permanente proposta que visa a recomposição de um imponderável puzzle. Leva e traz. Diz e contradiz. Dialeticamente se impõe: cheios e vazios. O impasse enganoso conduz o nosso olhar para periferia irregular. A percepção sofre reveses. A catedral se estrutura e abriga uma arquitetura arquetípica”.

Luiz Dolino_From the East to the West_2016_Acrílica sobre tela_150cmX160cm

Maria-Carmen Perlingeiro apresentará uma série de esculturas composta por pedras Mica, colocadas em painéis de acrílico, que parecem flutuar no espaço.  “Prismas, cones, segredos, luz e pedra, ouro, são palavras de ordem na compulsão criativa dessa artista que, por meio de delicada magia, impõe expansões da própria forma”, afirma o curador.

 Manfredo de Souzanetto_9.2011_pigmentos, resina acrílica e bastão a óleo sobre tela_140cmX170cm

Suzana Queiroga também apresentará esculturas. “A experiência proposta ao espectador modifica a sua percepção e promove a expansão dos sentidos, do espaço e do tempo”, diz o curador.

 Maria-Carmen Perlingeiro_coração_No753_2006_alabastro, ouro e madeira_51,5cmX58,5cmX3,5cm

ITINERÂNCIA INTERNACIONAL

Depois do Rio de Janeiro, a mostra será apresentada a partir do dia 2 de novembro no Palazzo Pamphilj, em Roma, em parceria com a produtora italiana ATRIVM. A itinerância da mostra seguirá no próximo ano para a Fundação Medeiros e Almeida, em Lisboa, Portugal, para a Brasilea Stiftung, em Basel, na Suiça, e para Bolonha, na Itália.

 Maria-Carmen Perlingeiro_Micas_2012_10

SOBRE OS ARTISTAS

Luiz Dolino (Macaé, RJ, 1945. Vive e trabalha no Rio de Janeiro). Dentre suas exposições mais recentes estão a mostra no Espaço Cultural da UFF (2016); no Centro Cultural de Montes Claros (2015); na Galeria Marcantonio Vilaça, em Bruxelas, no ARTMARK, em Viena e na Casa-museu Medeiros e Almeida, em Lisboa (2014). Destacam-se, ainda, as mostras na Jordania Cultural Center (2013); no CCBB Rio e Brasília (2012); no Museum of Young Art, em Viena, no SEGIB, em Madri, no Palácio Maldonado, em Salamanca, no Museu Nacional da Costa Rica e no CCBB Rio, ambas em 2008. Em 2007, expôs na Caixa Cultural de Curitiba e no CCBB Rio, entre muitas outras.

Rodrigo de Castro_Sem título_2014 - 120x120cm

Manfredo de Souzanetto (Jacinto, MG, 1947. Vive e trabalha no Rio de Janeiro). Estudou arquitetura no Brasil e artes plásticas no Brasil na França. Dentre suas exposições individuais destacam-se a retrospectiva no Paço Imperial (2016), as mostras na Stiftung  Brasilea (2013), na Suíça, no Museu Nacional de Belas Artes (2010), no Centro de Arte l’Espal em Le Mans, na França, Kulturtorget em Stavanger, na Noruega (2007), a panorâmica de sua obra no Centro Cultural Correios, na Caixa Cultural em Brasília e no Palácio das Artes, em Belo Horizonte (2006), a mostra no Instituto Moreira Salles (2005/2006), no Musée National de la Porcelaine Adrien-Dubouché (2000), no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian (1994), no MAM Rio (1982), entre outras.

 

Maria-Carmen Perlingeiro (Rio de Janeiro, 1952. Vive e trabalha em Genebra). É escultora e seu material de predileção ė o alabastro. Dentre suas exposições individuais destacam-se “Sculpture et rayonnnement”, na Simon Studer Art, em Genebra (2016), as realizadas em Basel (2015), no MAM Rio (2012), na Pinacoteca Cívica de Volterra (2008), na Itália, no Espace Topographie de l’art, em Paris (2007), na França, no Museu da Chácara do Céu (2007), no Paço Imperial (2006) e no CCBB (1999), ambas no Rio de Janeiro, entre outras.

 

Rodrigo de Castro (Belo Horizonte, MG, 1953. Vive e trabalha em São Paulo). Filho do escultor Amilcar de Castro, iniciou sua carreira na década de 1980. Premiado no 11º Salão Nacional de Artes Plásticas, Funarte, no Rio de Janeiro e agraciado com o Prêmio Principal, no 13º Salão de Arte de Ribeirão Preto, Rodrigo de Castro participou de diversas mostras individuais e coletivas, no Brasil e no exterior, entre elas, uma exposição no MAM Rio, na década de 1990. Sua mais recente exposição foi na Um Galeria, em maio deste ano.

 

Suzana Queiroga (Rio de Janeiro, 1961. Vive e trabalha no Rio de Janeiro). Estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e no MAM Rio. Em 2002, concluiu o Mestrado em Linguagens Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, na UFRJ. Atualmente, expõe no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e é uma das finalistas do Prêmio Marcantonio Vilaça. Recebeu o Prêmio Aquisição na XVIII Bienal da Cerveira, Portugal (2015), o 5º Prêmio Marco Antônio Villaça (2012) e o 1º Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea da Funarte (2005). Participou da exposição Como Vai Você, Geração 80?, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (1984).

 

 

SOBRE A GALERIA 

Fundada pela colecionadora Cassia Bomeny, a Um Galeria foi inaugurada em dezembro de 2015, com o objetivo de apresentar arte contemporânea, expondo artistas brasileiros e internacionais. A galeria trabalha em parceria com curadores convidados, procurando elaborar um programa de exposições diversificado. Tendo como característica principal oferecer obras únicas, associadas a obras múltiplas, sobretudo quando reforçarem seu sentido e sua compreensão. Explorando vários suportes – gravura, objetos tridimensionais, escultura, fotografia e videoarte.
Com esse princípio, a Um Galeria estimula a expansão do colecionismo, com base em condições de aquisição, bastante favoráveis ao público. Viabilizando o acesso às obras de artistas consagrados, aproximando-se e alcançando um novo público de colecionadores em potencial. A galeria também abre suas portas para parcerias internacionais, com o desejo de expandir seu público, atingindo um novo apreciador de arte contemporânea, estimulando o intercâmbio artístico do Brasil com o mundo.

 

Serviço: 5 artisti brasiliani geometrici

Abertura: 27 de junho de 2017, às 18h

Exposição: 28 de junho a 9 de agosto de 2017

Um Galeria

Rua Garcia D´Avila, 196 – Ipanema

Telefone: (21) 3085.3000

De segunda a sexta, das 10h às 19h

Sábado, das 11h às 15h

www.umgaleria.com.br

Elisa Lucinda encerrará ciclo de formação da FLUP Pensa

Encontro acontecerá no Museu do Samba, na Mangueira, Zona Norte Carioca

Neste sábado, 24, a FLUP Pensa (ciclo de formação da FLUP) realizará seu último encontro com os novos poetas de periferias, que nas últimas semanas se encontraram com grandes nomes da poesia nacional. Elisa Lucinda será a convidada deste encontro. O evento, ainda que gratuito e aberto ao público, tem como principal finalidade ampliar o repertório dos autores das periferias cariocas que participarão da coletânea de poemas da FLUP 2017. O encontro começará às 17h, no Museu do Samba, na Mangueira, Zona Norte do Rio.

Poeta, atriz, jornalista, professora e cantora, Elisa Lucinda nasceu ao meio dia, de um domingo de Carnaval, na cidade de Vitória do Espírito Santo, em dia de Yemanjá. É uma das autoras que mais vendem no Brasil. Seus livros, em sucessivas edições, percorrem o país sendo lidos, interpretados e encenados, enquanto seu nome figura,  dando títulos a bibliotecas e outros espaços de leitura. A carismática Elisa, que, nas palavras de Nélida Piñon, “tem a linguagem em chamas”, possui 17 livros publicados, dentre os quais a Coleção Amigo Oculto, de livros infanto juvenis, que lhe rendeu, em 2002, o prêmio Altamente Recomendável (FNLIJ) por A Menina Transparente.

Contra o trabalho infantil

No Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, 12 de junho, a FLUP lançou uma campanha online com vídeos para conscientização sobre o tema, que pautou a curadoria do ciclo de poesia do processo de formação de 2017. Crianças e adolescentes que fazem parte do dia-a-dia da Festa Literária das Periferias gravaram poesias Michel Melamed, Angélica Freitas, Sérgio Vaz, Ricardo Aleixo e Elisa Lucinda, todos eles assinados com o slogan “Mais poesia, menos trabalho infantil”. O resultado ainda pode ser conferido nas redes sociais da FLUP (@FLUPRJ).

100 inscritos

Cerca de 100 jovens de favelas e periferias se inscreveram no ciclo de formação de poetas da FLUP Pensa, que recebeu Michel Melamed, Angélica Freitas, Sérgio Vaz – e, no último encontro, Ricardo Aleixo. O poeta, que esteve na FLUP Pensa no último dia 10, relembrou histórias de sua infância simples, no interior mineiro, junto de sua família e de suas referências, como Cartola, que tem uma exposição permanente dentro do Museu do Samba. A poesia de Aleixo é carregada de memórias, de suas origens e espiritualidade. Além da fala por vezes sussurrada, ao poetizar, Ricardo usa todo o corpo em expressões que tornam seus poemas ainda mais vivos. O poeta fez questão de falar do lugar de onde veio e de romper paradigmas. “Junto com meu nome, nos poemas, escrevo também o lugar de onde vim”, explicou, ponderando no entanto sobre se assumir como poeta negro: “Admitir que sou poeta negro, é admitir que há um lugar para a poesia branca e que essa é a poesia verdadeira”, aponta.

O pontapé da FLUP 2017 foi dado no dia 12 de maio, com o Seminário “Seis Temas à Procura de Justiça – a Poesia Também Pode Inspirar a Luta Contra o Trabalho Infantil e a Escravidão Contemporânea”, que reuniu nomes como Marcelino Freire, Marta Porto, Athayde Motta, Flavia Oliveira, Julio de Tavares, Julita Lemgruber, Lia Schucman e Marcus Vinicius Faustini. Mais de 200 pessoas se reuniram no Museu de Arte do Rio para discutir temas espinhosos, como machismo, racismo, geração de renda, direito à circulação e criminalização da pobreza.

Os temas discutidos no seminário orientarão tanto as ações da FLUP Pensa quanto os poetas que vão participar do II FLUP Slam Colegial, que envolverá escolas públicas de ensino médio de seis regiões da metrópole carioca. O vencedor do II FLUP Slam Colegial, que acontecerá em julho, representará o Rio de Janeiro no FLUP Slam BNDES, competição de Poetry Slam que em novembro reunirá poetas de todo o país no Vidigal.

A FLUP Pensa resultará na publicação da coletânea “Seis Temas à Procura de um Poema”, a ser lançada na FLUP, no Vidigal, de 7 a 12 de novembro. “Tanto Michel quanto os demais poetas que participarão do ciclo de formação escrevem poemas que ficam ainda melhores quando apresentados oralmente, seja em saraus ou em espetáculos teatrais”, ressalta Julio Ludemir. “Esse primeiro ciclo é inteiramente voltado para poesia oral, propondo um diálogo com a poesia produzida na periferia, que tem como principais plataformas o sarau e o slam”, acrescenta Julio. A FLUP 2017 homenageará o centenário da Revolução Russa, tendo um forte teor político. “A ideia de juventude voltou a se associar ao desejo de grandes mudanças, como aconteceu em maio de 1968, que no próximo ano completará 50 anos”, lembra Ecio Salles.

A FLUP é apresentada pelo Ministério da Cultura e BNDES e apoio do Ministério Público do Trabalho. Realização ACEC – Associação Cultural de Estudos Contemporâneos, Ministério da Cultura, Governo Federal, Ordem e Progresso.

Sobre a FLUP

Idealizada por Ecio Salles e Julio Ludemir, a FLUP foi criada em 2012 com o objetivo de ser um espaço de formação de novos leitores e autores nas periferias das grandes cidades brasileiras. Em 2017, chega a sua 6ª edição propondo um diálogo com a ideia de revoluções – uma explícita homenagem ao centenário da Revolução Russa e ao cinquentenário de Maio de 1968. Mais um processo do que um evento, a Festa Literária das Periferias inicia suas atividades em maio, com uma sequência de encontros, visando à produção de uma coletânea de poemas e uma de narrativas curtas. A culminância deles será em novembro, em um evento de seis dias no Vidigal. Em 2012, a FLUP ganhou o Prêmio Faz Diferença do Jornal O Globo e, em 2016, o Excellence Awards da London Book Fair e Retratos da Leitura do Instituto Pró-Livro.

Exposição The Art of The Brick®chega ao VillageMall

Visitada por mais de 330 mil pessoas no Brasila exposição The ArtoftheBrick® retorna ao Rio de Janeiro com o apoio do Shopping VillageMall na Barra da Tijuca.

The Art of the Brick - Crédito Divulgação (12)

A exposição é única no mundo, com oitenta e três esculturas impressionantes em um novo gênero: obras de arte excepcionais, em ambientes simplesmente de tirar o fôlego, criadas com mais de um milhão de blocos LEGO®. Atendendo a pedidos do público carioca, a mostra está de volta ao Rio de Janeiro, em novo endereço: entre os dias 21 de junho e o dia 06 de agosto, as originais e surpreendentes esculturas estarão montadas no Shopping VillageMall, na Barra da Tijuca. “ The Artof The Brick é um sucesso completo desde que chegou ao Brasil e recebe-la no VillageMall é motivo de alegria para nós. Com nossos eventos e espetáculos estamos sempre buscando promover a cultura para o público em geral e a vinda da exposição para o shopping se encaixa perfeitamente nessa missão”, afirma Gabriel Palumbo, superintendente do VillageMall.

Sejam reais ou imaginários, os personagens e objetos criados pelo artista Nathan Sawaya são surpreendentes e deixam os visitantes completamente sem palavras. Esta exposição itinerante é uma das mais extraordinárias e inovadoras das últimas décadas, impactando pessoas de todas as idades.

The Art of the Brick - Crédito Divulgação (1)


A Exposição

The ArtoftheBrick® foi lançada em abril de 2007 na cidade norte-americana de Lancaster, na Pensilvânia. Desde então, a exposição já ocupou mais de 80 museus e espaços nas principais cidades norte-americanas, e também foi vista em países como Bélgica, Irlanda, China, Israel, Singapura, França, África do Sul, Austrália, Suíça, Espanha e Rússia visitada por mais de dez milhões de pessoas e celebrada pela imprensa de todo o mundo com adjetivos como “notável” e “contagiante”. “Não perca”, sentenciou o New York Post em sua resenha, por ocasião do lançamento da exposição em Nova York.

Criada pelo artista plástico norte-americano Nathan Sawaya, celebrada pela CNN norte-americana como “obrigatória” (“Oneofthe Top 10 Must See Global Exhibitions”), a exposição chega à Barra da Tijuca em uma realização da Ring Produções Culturais.

Entre as mais impressionantes e inesperadas criações em 3D, The ArtoftheBrick® apresenta reconstruções  de obras de arte universalmente conhecidas, como “O Pensador”, de Rodin, a “Vênus de Milo”, “O Grito”, de Edvard Munch – em que as mãos e cabeça explodem para uma terceira dimensão – e “O Beijo”, de Gustav Klimt.

Em outras áreas, o visitante encontra-se cara a cara com um Buda ou esculturas enormes, como o impressionante esqueleto de T-Rex de 6 metros de comprimento feito com 80.020 blocos. Outros trabalhos são novas criações da imaginação do artista, como uma nadadora azul ou um homem amarelo que abre o peito para revelar um tesouro de tijolos LEGO®, além de figuras humanas e outras esculturas surpreendentes.

Como parte da exposição, uma área para brincar e construir peças com os tijolos coloridos será montada, onde crianças grandes e pequenas poderão participar de atividades lúdicas com recreadores.

Eu uso esses brinquedos como meio, porque gosto de ver a reação das pessoas à arte criada a partir de algo com o qual estão familiarizados. Todo mundo pode relacionar-se com isso, uma vez que é um brinquedo que muitas crianças têm em casa e com o qual os adultos têm uma ligação sentimental. Também me seduz o aspecto clean desse material, os ângulos retos, as linhas distintas. Como tantas outras coisas na vida, é uma questão de perspectiva. De perto, a forma do bloco é distinta. Mas, de longe, esses ângulos retos e linhas fixas podem mudar para curvas“, explica Sawaya.

Cerveja Praya lança exposição “Um olhar da Praya II”

Mostra traz o trabalho de dez fotógrafos no Fashion Mall
A chuva não afastou os convidados que prestigiaram a inauguração da exposição “Um Olhar Da Praya II” na noite de terça-feira (20) no Fashion Mall. Promovida pela Praya, cerveja artesanal e marca de lifestyle, o evento encantou o público com os trabalhos de dez fotógrafos que mostraram diversos olhares sobre a praia: do mar, natureza ao surfe. A música também animou, com setlist do DJ Zé do Roque,além de um pocket show da cantora Jesuton com a banda Joaquim Munhoz Jazz. Os sócios da Praya e criadores do projeto Paulo de Castro, Marcos Sifú, Tunico Almeida e Duda Gaspar, também receberam amigos e amantes da fotografia no evento. Entre eles: Lu D’Angelo, Carol Emmerick e Isa Zimmerman. A exposição é aberta ao público e ficará até o dia 04 de julho, de 10h às 22h, no terceiro piso do shopping.