Interni recebe a SuspiroArt no Jardim Botanico

A Interni no Jardim Botânico abriiu suas portas para apresentar o trabalho desenvolvido pela SuspiroArt, nessa tarde \ noite de terça feira, nova marca de produtos para decoração de mesas com originalidade e muita criatividade – um jeito divertido de receber. Toalhas de mesa,jogos americanos, guardanapos são o ponto alto da coleção.

Foram servidos Bendita Massas Artesanais, que vem se destacando pela sua leveza e sabor. Mauricio Nobrega, Ivan Rezende, Anna Clara Tenenbaum, Bel Augusta, Monica Carvalho, Alice Felzenszwalb, passaram por lá para conferir as novidades.
Fotos de Ari Kaye

Centro Cultural Justiça Federal inaugura exposição “Ao Tapete Vermelho”

Em comemoração aos 15 anos do Centro Cultural Justiça Federal no Rio de Janeiro a cor vermelha é o tema da exposição idealizada pelo artista plástico Umberto França para marcar a presença da técnica da têmpera/ pigmento em razão de sua rara difusão no panorama da arte contemporânea brasileira. Um tapete vermelho executado em carpete pintado em têmpera conduzirá o público visitante até o interior das galerias, onde obras monumentais do artista dialogam com a arquitetura do prédio que inspirou esta criação e exibem o resultado de 43 anos de utilização desta técnica.

O mito do tapete vermelho é colocado em questionamento quanto a seus efeitos segregadores, para quem está dentro e para quem está fora dele, e o que isto representa para a nossa cultura. Esta idéia norteou também o conceito e a concepção estética da obra, bem como as ações performáticas que ocorrerão nos três meses de duração da exposição. A mostra é um convite para que as pessoas ocupem o tapete vermelho de forma participativa e totalmente interativa – já que o público caminhará sobre parte das obras – e ações performáticas interativas serão realizadas com o público, com recursos de acessibilidade disponibilizados para pessoas com deficiência física e sensorial.

Neste sentido, o caráter interativo da exposição se une ao conceito do financiamento coletivo, que ensejou a realiza- ção da exposição. No encerramento será lançado um catálogo que conterá também o registro fotográfico e de vídeo resultante dos 3 meses da exposição.

Fotos: Marco Rodrigues

 

Centro Cultural da Justiça Federal inaugurou exposição “A Sereia e o Sapo”

Com título romântico de “A Sereia e o Sapo”, a primeira exposição individual de Amanda Seiler reuniu um acervo fotomontagens em telas que abrigam uma fusão de imagens trabalhadas em computação gráfica, com elementos que remetem a fabulas infantis e são reaplicados sobre chassis.

A curadoria de Marco Antonio Teobaldo apresenta ainda uma instalação idealizada pela artista onde a sobreposição de elementos gráficos em tecido ganha vida com trilha sonora e movimento forjados e instalados na Galeria Cela. Talento reconhecido, Amanda, que é filha da curadora de arte Evangelina Seiler, alça voo, sendo saudada por amigos da vida toda, como Helena Barreto, Francisca Portinari, Diego Paiva, Monica Pereira e Vitor Brasil.

Lilibeth Monteiro de Carvalho, Jimmy Bastian Pinto e Christina Autran Garcia também prestigiaram o trabalho exposto, neste quinta dia 24, no Centro Cultural da Justiça Federal, além do clã Seiler em parte, como Teddy Seiler e Teresa Grabowsky, Bia Joseph e Yvonne Seiler.

Fotos: Ari Kaye

PEÇA DE TEATRO QUE DESVENDA MISTÉRIOS DA ENERGIA ELÉTRICA ESTÁ NO GREEN NATION, DE 25 A 27 DE NOVEMBRO, NO PÍER

É possível ver e vivenciar a energia elétrica? No espetáculo “Quanta Energia!” sim! A peça surge com a proposta de estimular o raciocínio criativo do público infanto-juvenil.

O Quanta Energia! leva, de agosto a novembro de 2016, 40 apresentações teatrais interativas para escolas municipais, naves do conhecimento, museus e centros culturais da cidade do Rio de Janeiro. Protagonizado por uma dupla de cientistas ‘malucos’, o espetáculo proporciona a crianças, de 6 a 12 anos, a participação em experiências científicas para conhecer as formas de geração de energia elétrica e seus percursos até chegar às residências. O Projeto faz parte do programa Favela Criativa, através do patrocínio da Light, do Governo do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura, da Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e do Programa de Eficiência Energética ANEEL.

Se o universo da energia elétrica parece muitas vezes abstrato para as crianças e, por isso, difícil de entender, no Quanta Energia! ele ganha formas e até cores diferentes. Durante 50 minutos, os participantes irão se deparar com curiosidades incríveis sobre a água e como esse elemento fluido pode se transformar em energia. Irão ainda descobrir o que é e como funciona uma hidrelétrica; o que é a dessalinização da água e como podemos preservar a porção potável que existe em nosso planeta. Ao final desta incrível experiência, os presentes terão aprendido os conceitos de Eficiência Energética de maneira divertida.

E não para por ai. Com a Bobina de Tesla e as bolas de plasma os participantes observarão os raios da eletricidade em ação por meio de objetos condutores e isolantes. Também desvendarão a misteriosa origem da eletricidade capaz de acender uma lâmpada, por exemplo. Para completar, experimentos “interativos” demonstrarão os princípios básicos da conservação de energia.

“Nada melhor do que aprender brincando e interagindo. O Quanta Energia instiga o público a perguntar, a interagir. Isso facilita o aprendizado sobre o consumo responsável da energia elétrica e leva à reflexão sobre ligações clandestinas e o prejuízo que causam para a sociedade”, declara Estela Alves, especialista de marketing do Instituto Light.

A peça será conduzida pelos cientistas malucos da Mad Science – empresa canadense líder mundial em entretenimento infanto-juvenil, que está presente em 29 países e há mais de 20 anos leva diversão educativa às crianças. Além de garantir boas risadas e estimular a curiosidade, eles vão mostrar na prática como evitar os excessos no consumo, evitar o desperdício e conviver harmoniosamente com o meio ambiente e o próximo.

Geraldo Melo lança o livro Fragmentos, dia 29 de novembro, com fotos tiradas em mais de 30 cidades pelo mundo

Com prefácio de Rogério Reis, obra reúne expressões humanas captadas em diferentes países

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Foram quase 50 anos entre a primeira foto tirada em Salvador, em 1968, e as últimas séries feitas ano passado, nas viagens a Havana e Nova York. Nesse período, o fotógrafo Geraldo Melo passou por mais de 30 cidades ao redor do mundo, entre elas Amsterdã, Jerusalém, Faixa de Gaza, Macapá, Tanger, Kanpur e Varsóvia. A união de tantas histórias, cores e culturas está na edição bilíngue Fragmentos, que ganhou prefácio de Rogério Reis.

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A obra será lançada no dia 29 de novembro, às 17h, na Livraria Arlequim, no Paço Imperial. Durante o evento haverá a exibição do filme “Geraldo Melo, Fragmentos de um discurso fotográfico”, produzido pela Kairós Assessoria de Arte, com base no livro do fotógrafo. Na ocasião, a assessoria de arte receberá inscrições para leitura de portfólios pelo fotógrafo, que serão realizadas no mês de dezembro, em datas a serem agendadas.

Não importa onde esteja, Geraldo Melo sempre busca a essência humana em seus trabalhos. “Tenho que me esvaziar de conceitos, críticas e julgamentos e olhar para as pessoas na sua beleza e fragilidade, buscando aquilo que nos torna iguais. Para mim, fotografar é sempre sofrido, porque é uma busca por identificação. É na volta da jornada fotográfica, quando me deparo com o que consegui produzir, que tenho meus momentos de estar em paz e acreditar que valeu a pena”, diz. “Tudo sempre se encaixa, o próximo e o distante, o novo e o antigo, pois a natureza humana, que é minha matéria-prima, não se modifica”, resume.

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O artista, que já teve textos críticos escritos por nomes como Ferreira Gullar e Waly Salomão em trabalhos anteriores, também é o autor dos poemas que acompanham as mais de 100 fotos do livro Fragmentos. “Toda vez que uma imagem captura nossa atenção é por alguma identificação com o que estamos vivendo. Então, assim como um poema, podemos reler uma foto de diferentes maneiras de acordo com nossa capacidade de ver naquele momento”, comenta Geraldo, que em 2017 segue sua jornada em busca de fragmentos na Nigéria e no Vietnã.

Sobre o artista – Baiano, de Salvador, Geraldo Melo começou a carreira nos anos 70, como fotógrafo da revista Rolling Stones, no Rio de Janeiro. Formado em História da Arte pela UERJ, morou em Paris de 1976 a 1978, onde atuou como freelancer em publicações europeias.

Ao voltar para o Brasil, trabalhou como diretor de cinema em documentários autorais, distribuídos pela Empresa Brasileira de Filmes (Embrafilme), e também em filmes institucionais. Em 1981, Geraldo abriu o estúdio Delírios e Etc., no Rio de Janeiro, especializado em publicidade. Na época, entre seus clientes figuravam importantes agências e empresas nacionais e multinacionais.

O artista tem obras em importantes instituições brasileiras e internacionais, como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Musée Grançais de la Photographie, em Paris, o Museu de Arte Contemporânea São Paulo (MAC) e o Arbetets Museum, em Estocolmo. O artista é representado no Brasil pela Galeria Tramas, com sede no Rio de Janeiro.

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Lançamento Fragmentos, de Geraldo Melo

Data: 29 de novembro (terça-feira)

Horário: 17h

Local: Livraria Arlequim – Paço Imperial – Praça XV de Novembro, 48, loja 1. Tel: 2220-8471

Fotos, arte e texto – Geraldo Melo

Edição: Kairós Assessoria de Arte

Coordenação editorial – Karla Mourão

Tradução e revisão – Vitor Florenzano

Design – Caroline Santos

Páginas: 134

ISBN – 978-85-900295-2-6

Durante o evento haverá a exibição do vídeo “Geraldo Melo, Fragmentos de um discurso fotográfico”, baseado no livro e produzido pela Kairós Assessoria de Arte.