Exposição com telas que homenageiam o Rio de Janeiro no Fashion Mall

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O designer de joias Lisht Marinho, sócio fundador e diretor de criação da joalheria Lisht, promove, na próxima quarta, dia 31 de agosto, evento que celebra a alma do Rio de Janeiro, no shopping Fashion Mall, com inauguração da exposição da artista plástica Linda Valente. A artista usa tinta acrílica para retratar as exaltadas paisagens cariocas com um olhar contemporâneo, abusando de cores e grafismos.

Na ocasião, a nutricionista e apresentadora Cynthia Howlett, que ostentará joias da Lisht que fazem alusão ao cobiçado lifestyle da cidade maravilhosa, apresenta nova edição do seu livre “A Alma do Rio”, agora traduzido para o inglês. O evento conta ainda com delícias tipicamente cariocas como Biscoito Globo, Mate Leão e trilha sonora com bossa nova, samba, chorinho e outros ritmos que são a cara do Rio. O evento que acontece entre 18h e 22h é aberto ao público. A exposição da artista plástica Linda Valente fica em cartaz até o dia 18 de setembro, entre 11h e 21h.

 

Um Galeria de Arte inaugura a mostra “Caderno de Anotações”

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A Um Galeria de Arte apresenta a exposição “Caderno de Anotações”, com séries fotográficas inéditas e recentes do artista paulistano Fabiano Al Makul. Serão mostradas três séries de fotografias dentro de sua pesquisa sobre cor, que atua como elemento de conexão de diferentes assuntos, como detalhes arquitetônicos, paisagens, objetos, texturas, cenas urbanas, entre outros. O artista cria conjuntos em média com 16 pequenas obras – os “polípticos” – que têm a predominância de uma só cor. Os diversos tons e materiais fotografados, agrupados como se fossem um grande quadro, levam o espectador a criar um ritmo com o olhar, que se detém em um detalhe e a seguir é atraído por outro. Na exposição estarão polípticos nas cores laranja, azul-marinho e lilás, em um total de cerca de 50 imagens.

Outro interesse do artista, a fotografia em preto e branco, também será exposto em “Caderno de Anotações”, com o registro de cenas do cotidiano caracterizadas pela simplicidade, e ricas em sombra e luz.  Serão 17 fotografias agrupadas em três polípticos: “Conflito” (5 fotografias de 40cm x 40cm), “Caminhos” (6 fotografias de 40cm x 40cm) e “Elos” (6 fotografias de 50cm x 50cm). Outras sete fotografias da série “Minha alma” serão exibidas separadamente.

um galeria

Economista de formação, graduado pela FAAP, Fabiano Al Makul normalmente fotografa com câmeras digitais, mas não hesita em utilizar o celular quando está sem elas, e vê algo que o atrai. Independentemente da ferramenta que tem à mão, é fiel ao impacto do primeiro olhar. “É difícil encontrar novamente o mesmo ângulo”, diz. Reconhece que seu comportamento é quase compulsivo, por estar sempre ligado no que vê, e ser atraído por cenas na cidade a ponto de se desviar do caminho.  “Alguém deixa um paninho amarelo pendurado em uma porta turquesa, em um horário em que a luz está especial, e, pronto! A cena com alma está formada. A isso eu chamo de poesia do gesto”, explica. Ele conta ainda que às vezes está com uma série pronta, mas depara com novas situações que muitas vezes são inseridas no conjunto, e até modificam o contexto da obra. À medida que fotografa, vai delineando seu trabalho. A seleção se dá depois, entre dezenas de fotografias.

 

O título da exposição vem da definição dada por um amigo, o também fotógrafo Lucas Lenci, sobre o processo criativo de Fabiano Al Makul. “O Lucas sintetizou de maneira brilhante a melhor definição que alguém já deu de meu trabalho”, diz o artista. Além disso, foi no registro de um texto de rua, de autor desconhecido, a quem chama de “Curador do Acaso”, que encontrou a surpreendente leitura deste “Caderno de Anotações”.

Coletiva “Pela Luz dos Olhos Teus” inaugura dia 31 de agosto no Espaço Tom Jobim

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A Exposição de pinturas intitulada:  “Pela Luz dos Olhos Teus”, estará de 31 de Agosto a 04 de Setembro,  em um dos Salões adjacentes do Foyer do Teatro do Espaço Tom Jobim, situado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

tela - Regina Mattos

O evento aberto ao público reunirá vários trabalhos em pintura a óleo, acrílico e pastel, de cinco diferentes artistas plásticos do Rio de Janeiro: Claudia Costa, Lucia Coimbra, Pereira Pinto, Regina Mattos e Rosy Esteves.

Embora tendo frequentado, em algum momento de sua trajetória profissional, o mesmo Atelier, os pintores desenvolveram ao longo de suas carreiras, estilos e inspirações diversas, o que poderá ser constatado, pelo visitante, através dos 50 trabalhos expostos.

convite horizontal - expo Jd Botanico -email

A exposição trata de diferentes temas, que vão do figurativo – tendo na maioria das vezes a figura feminina como tema principal- , a belezas do cotidiano, da natureza e algumas  paisagens, tudo isso retratados em diferentes técnicas.

Detentores de grandes inspirações, obtidas através de diversas escolas de arte, os artistas se manifestam através de fortes traços do Impressionismo, Expressionismo, Abstracionismo e a Arte Contemporânea.

Entre os expositores, todos eles com anos nesse mercado, temos talentos reconhecidos em Salões de Arte, através de premiações significativas, além de recorrentes exposições, nacionais e internacionais.

Três desses cinco artistas (Regina Mattos, Rosy Esteves e Lucia Coimbra), são as integrantes do Grupo denominado “Mulheres de Martes”, criado por elas em 2009, e desde então, ao longo desses oito anos, realizaram seis exposições  em diversas galerias e espaços culturais do Rio de Janeiro.

Diante deste cenário pitoresco, sensível e natural, palco de inspiração do Grande Maestro e Compositor da música Brasileira – Antônio Carlos Jobim, carinhosamente chamado e conhecido, por todos como Tom Jobim, o grupo de artistas resolveu de uma forma simbólica homenageá-lo, dando ao evento o nome de uma de suas canções: “Pela Luz dos Olhos Teus”.

A Um Galeria de Arte apresenta a exposição “Caderno de Anotações”

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A Um Galeria de Arte apresenta a exposição “Caderno de Anotações”, com séries fotográficas inéditas e recentes do artista paulistano Fabiano Al Makul. Serão mostradas três séries de fotografias dentro de sua pesquisa sobre cor, que atua como elemento de conexão de diferentes assuntos, como detalhes arquitetônicos, paisagens, objetos, texturas, cenas urbanas, entre outros. O artista cria conjuntos em média com 16 pequenas obras – os “polípticos” – que têm a predominância de uma só cor. Os diversos tons e materiais fotografados, agrupados como se fossem um grande quadro, levam o espectador a criar um ritmo com o olhar, que se detém em um detalhe e a seguir é atraído por outro. Na exposição estarão polípticos nas cores laranja, azul-marinho e lilás, em um total de cerca de 50 imagens.

 

Outro interesse do artista, a fotografia em preto e branco, também será exposto em “Caderno de Anotações”, com o registro de cenas do cotidiano caracterizadas pela simplicidade, e ricas em sombra e luz.  Serão 17 fotografias agrupadas em três polípticos: “Conflito” (5 fotografias de 40cm x 40cm), “Caminhos” (6 fotografias de 40cm x 40cm) e “Elos” (6 fotografias de 50cm x 50cm). Outras sete fotografias da série “Minha alma” serão exibidas separadamente.

 

Economista de formação, graduado pela FAAP, Fabiano Al Makul normalmente fotografa com câmeras digitais, mas não hesita em utilizar o celular quando está sem elas, e vê algo que o atrai. Independentemente da ferramenta que tem à mão, é fiel ao impacto do primeiro olhar. “É difícil encontrar novamente o mesmo ângulo”, diz. Reconhece que seu comportamento é quase compulsivo, por estar sempre ligado no que vê, e ser atraído por cenas na cidade a ponto de se desviar do caminho.  “Alguém deixa um paninho amarelo pendurado em uma porta turquesa, em um horário em que a luz está especial, e, pronto! A cena com alma está formada. A isso eu chamo de poesia do gesto”, explica. Ele conta ainda que às vezes está com uma série pronta, mas depara com novas situações que muitas vezes são inseridas no conjunto, e até modificam o contexto da obra. À medida que fotografa, vai delineando seu trabalho. A seleção se dá depois, entre dezenas de fotografias.

 

O título da exposição vem da definição dada por um amigo, o também fotógrafo Lucas Lenci, sobre o processo criativo de Fabiano Al Makul. “O Lucas sintetizou de maneira brilhante a melhor definição que alguém já deu de meu trabalho”, diz o artista. Além disso, foi no registro de um texto de rua, de autor desconhecido, a quem chama de “Curador do Acaso”, que encontrou a surpreendente leitura deste “Caderno de Anotações”.

 

Wilson Piran abre a mostra “Volúpias” na Galeria Marcia Barrozo do Amaral

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Wilson Piran costuma destacar a riqueza visual da geometria, cuja simplicidade não elimina a intensidade e o encantamento. O artista costuma impactar o visitante fazendo-o refletir sobre a necessidade de recuperar o lúdico e a alegria na arte.

Com a série Volúpias, Piran comemora 40 anos no cenário da arte contemporânea em mostra inédita na Galeria Marcia Barrozo do Amaral, com abertura marcada para o dia 13 de setembro. O dicionário define Volúpia como o grande prazer dos sentidos e sensações, formas e cores, e é o que Piran vem buscando através das obras em acrílico em formas tridimensionais, produzidas com corte a laser, que vem sendo estudadas por ele há alguns anos. Em cores primárias e em inox aparente, as 14 peças permitem explorar possibilidades, sem uma posição definitiva.

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Ao longo desse percurso o artista realizou sucessivas pesquisas de materiais, tais como papel, decalques, madeira, tecidos, purpurinas, acrílico, entre outros, apresentando trabalhos de caráter conceitual, mas sempre aliados à matéria. Com estes trabalhos participou de várias exposições coletivas e individuais, recebeu prêmios e tem obras incluídas em coleções importantes, tais como a coleção Gilberto Chateaubriand, coleção Luiz Chrysostomo de Oliveira e a coleção Randolfo Rocha. “Constelação”, obra que integra a coleção Gilberto Chateaubriand no MAM RJ, é emblemática desse período e apresenta nomes dos principais artistas brasileiros, realizados em madeira recoberta de purpurina, num verdadeiro work in progress, pois vem ao longo dos anos incorporando nomes de artistas das novas gerações. “Constelação” foi exposta pela primeira vez, na sua forma original, em 1982, na galeria de Marcia Barrozo do Amaral, no Cassino Atlântico, RJ., este mesmo espaço que hoje acolhe novamente o seu trabalho.

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Novas pesquisas levaram o artista a explorar o papel cartão e o plástico poliestireno, com recortes, dobras e curvas que se entrelaçam em formas sinuosas e sensuais. “Senti a necessidade de procurar um material mais resistente que me permitisse realiza-los de forma mais estruturada. Surgiu o aço inox, e através dele venci o desafio de realizar formas maleáveis, apropriadas para o jogo visual pretendido, de exploração das sinuosidades, dos volumes, dos espaços vazios, das cores”, conta Wilson.

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“Artista com forte influência da pop art, Piran acrescenta sensualidade, comunicação e encantamento nessa trigonometria provocante; seus objetos se deslocam diante do nosso olhar, brincam, dançam, tremulam repletos de musicalidade. Curvas niemeyerianas, bichos e trepantes, farfalhantes, eles abraçam o universo popular, cestarias, fuxicos, alma barroca popular brasileira. E assim eles se apresentam ao público: retratos do Brasil, sofisticados e simples, concretos e misteriosos, prenhes de beleza e sedução, brinquedos encantados que traduzam a nossa formação mestiça. E se, hoje, a arte não se proclama mais como a voz da transformação, esses recentes trabalhos de Wilson Piran colaboram para a realização de um presente mais sensível, bonito e verdadeiro”, destaca Marcus de Lontra, que assina o texto da mostra.