Cerveja Praya lança exposição “Um olhar da Praya II”

Mostra traz o trabalho de dez fotógrafos no Fashion Mall
A chuva não afastou os convidados que prestigiaram a inauguração da exposição “Um Olhar Da Praya II” na noite de terça-feira (20) no Fashion Mall. Promovida pela Praya, cerveja artesanal e marca de lifestyle, o evento encantou o público com os trabalhos de dez fotógrafos que mostraram diversos olhares sobre a praia: do mar, natureza ao surfe. A música também animou, com setlist do DJ Zé do Roque,além de um pocket show da cantora Jesuton com a banda Joaquim Munhoz Jazz. Os sócios da Praya e criadores do projeto Paulo de Castro, Marcos Sifú, Tunico Almeida e Duda Gaspar, também receberam amigos e amantes da fotografia no evento. Entre eles: Lu D’Angelo, Carol Emmerick e Isa Zimmerman. A exposição é aberta ao público e ficará até o dia 04 de julho, de 10h às 22h, no terceiro piso do shopping.

 

Abertura da exposição “Interações”, de Araken, na Galeria Toulous

Uma coletiva do próprio artista. É assim que o pintor, aviador, arquiteto e pensador Araken (Hipólito da Costa) define sua exposição, “Interações”, inaugurada para o público dia 20 de junho, na Galeria TAC, no Shopping da Gávea. A mostra reúne 15 obras inéditas, entre pinturas e objetos que transitam entre o figurativo e a abstração.

Em sua nova série, o artista investiga as possibilidades de utilização da luz, imprimindo maior transparência aos trabalhos e explorando seus limites além dos usos e meios convencionais. Surgem, assim, estimulantes contrastes para quem observa atentamente sua obra. “Esta exposição traz à tona a tentativa de introduzir luminosidade à minha produção, causando efeitos na composição pictórica”, explica Araken.

As pinturas e objetos de Araken, aparentemente diferentes na forma e no tipo de material, ficarão colocados lado a lado no espaço expositivo, traçando clara conexão entre eles. Entre os destaques está “Fortaleza”, pintura sobre tecido rendado no Ceará, iluminada por luz de led. Já com a obra “Capa”, o artista cria uma espécie de amuleto. “É uma peça simbólica de proteção para impedir as interferências externas”, sugere.

Sua experimentação gira em torno de variados suportes. Quem for à exposição encontrará ainda uma composição de poliuretano e duas esculturas que simulam prédios. Num dos edifícios, uma escada conduz ao topo onde se encontram três pessoas: um negro, um branco e uma índia. “Representa a nossa miscigenação à procura de uma identidade. O ver e o fazer artístico provocam interações e aprofundam o olhar sobre a realidade” sintetiza o artista.

Fotos: Marco Rodrigues

Noite de autógrafos do livro “Essa menina – de Paris a Paripiranga” de Tina Correia

A escritora sergipana Tina Correia recebeu para a noite de autógrafos de seu livro “Essa menina – de Paris a Paripiranga” ontem, dia 20 de junho, no Cariocando – Catete, onde, apesar da chuva torrencial que desabou sobre o Rio, vários amigos não deixaram de prestigiá-la. Em seu livro, Tina retrata, pelos olhos de uma menina, costumes e tradições nordestinas, entrelaçando à narrativa algumas histórias pessoais.

Fotos: Vera Donato 

Centro SEBRAE de Referência do Artesanato Brasileiro inaugura a exposição“Festa Brasileira: Fantasia Feita à Mão”

O Centro SEBRAE de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) inaugura a exposição “Festa Brasileira: Fantasia Feita à Mão”, com curadoria de Raul Lody e Leonel Kaz, e concepção visual de Jair de Souza.
    A mostra ocupará todo o primeiro andar do CRAB, em nove ambientes distintos que irão envolver o público em toda a magia, força criativa e inventividade popular na criação de objetos, adereços, máscaras, vestimentas e instrumentos musicais para as grandes festas brasileiras.
    As peças reunidas pelos curadores, com apoio do SEBRAE junto a associações de artesãos, foram produzidas especialmente para celebrações populares como a Congada, em Minas Gerais, as Cavalhadas, no Centro-Oeste, as Folias de Reis fluminenses, os Reisados, em Alagoas, o Maracatu Rural, em Pernambuco, o Bumba Meu Boi, no Maranhão, o Boi de Mamão, em Santa Catarina, o Carnaval, em várias partes do país, festejos rituais indígenas da região amazônica, entre outras manifestações.
    Os curadores selecionaram ainda importantes conjuntos de pequenas esculturas de arte popular, que representam festas brasileiras, pertencentes a duas das mais respeitadas coleções privadas deste segmento: a de João Maurício Araújo Pinho e Irapoan Cavalcanti de Lyra.
Fotos: Paulo Jabur

Monica Barki apresenta a individual ‘Eu me declaro’ no Paço Imperial

Artista em constante atividade, Monica Barki usa a arte como libertação. Experimenta, incorpora e transita com versatilidade entre os mais variados suportes. É com a força de seu trabalho que traz à tona temas como a condição feminina, os jogos de poder e as relações conflituosas.

A partir de 13 de junho ela está apresentando a exposição ‘Eu me declaro’, no Paço Imperial, com curadoria de Frederico Dalton. A mostra reúne cerca de 60 obras, entre desenhos, pinturas, gravuras, fotografias, vídeos, assemblages e máquinas em diferentes dimensões, produzidas no final dos anos 1970 até o início de 2017.

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“Com esta exposição declaro todo o meu amor à arte. Ela expressa o que sou e sinto. É o modo mais sincero que encontrei de me comunicar com as pessoas”, diz a artista, justificando o título da mostra. ‘Eu me declaro’ ocupa as quatro salas do segundo andar do Paço com trabalhos inéditos e obras impactantes nunca vistas pelo público.

“Monica trabalha muito bem em inúmeras linguagens e quis valorizar isso. O público vai poder penetrar o trabalho da artista em múltiplas direções e redescobri-lo em novos contextos”, explica o curador Frederico Dalton.

Na Sala Sínteses, a primeira e maior área da exposição, estão as obras mais recentes, produzidas nos últimos três anos. No espaço, a artista sintetiza em pinturas obras previamente realizadas em diferentes suportes. Nestes trabalhos ela explora sua fase mais erótica, colocando-se como mulher guerreira, dominadora e sensual. Monica volta a pintar a óleo depois de 30 anos reelaborando cenas de suas performances, que também serão mostradas em vídeo.

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A artista mostra também fotografias, muitas delas parte da série Desejo e de sua mais recente exposição, Arquitetura do secreto, nas quais é a própria protagonista de performances feitas em vários motéis da cidade. “O desejo está sempre implícito. E em meu trabalho busco constantemente o autoconhecimento ”, diz.

O conjunto de reflexões que transcendem o real e abordam a condição humana estão reunidos na Sala Metafísica. “Este espaço destaca os aspectos macabros do imaginário da artista. São apresentados desenhos, gravuras, ataduras impressas e assemblages mais antigos agora mostrados sob um novo ângulo”, explica o curador. A Sala das Máquinas, a terceira, reúne três obras que utilizam mecanismos animados por motor para fazer girar trabalhos impressos em lona ou pintados a mão.

Para encerrar, a artista propõe uma volta no tempo. A sala Origem mostra algumas de suas primeiras pinturas, produzidas ainda no final dos anos 1970, que já evidenciavam questões relativas à posição da mulher na sociedade. “Monica se faz representar por sua arte”, resume Frederico Dalton.

Sobre a artista – Graduada em Comunicac?a?o Visual e em Licenciatura em Artes Pla?sticas pela PUC-RIO. Entre 1970 e 1976 frequentou o Centro de Pesquisa de Arte, sob orientação de Ivan Serpa e Bruno Tausz. Na década de 1980, fez cursos de cerâmica, litografia e pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Em 2009 e 2010 estudou Arte e Filosofia com Fernando Cocchiarale, no Rio.

Entre as principais exposições individuais estão ‘Desejo’, Galeria TAC (Rio de Janeiro, 2014), ‘Arquivo sensi?vel’, Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro, 2011), ‘Colarobjeto’, Pac?o Imperial (Rio de Janeiro, 2000) e ‘Pinturas’, Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, 1992). Monica Barki também participou de diversas coletivas no Brasil e no exterior, entre elas, ‘The Role of image’, TerrArte Gallery, Buckinghamshire (Londres, UK, 2016), ‘Contemporary Brazilian Printmaking’, International Print Center New York (Nova Iorque, 2014), ‘Colarobjeto’, Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires), ‘Gravura em campo expandido’, Estac?a?o Pinacoteca (Sa?o Paulo, 2012), ‘Arte Brasileira Hoje’, Colec?a?o Gilberto Chateaubriand, MAM-RJ (2005), ’11ª Bienal Ibero-Americana de Arte’ (Me?xico,1998) e ’21ª Bienal Internacional de Sa?o Paulo’ (1991).

Suas obras esta?o presentes em diversas colec?o?es, entre elas MAM-RJ, MAM-SP, Itaú Cultural (São Paulo), IBM (São Paulo e Rio), Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte) MAC-Niterói/RJ (coleção João Sattamini), Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar (Fortaleza), Museus Castro Maya (Rio), e Museu de Arte Contempora?nea do Parana? (Curitiba).

Serviço: Monica Barki em ‘Eu me declaro’

Abertura: 13 de junho, às18h30

Visitação: 14 de junho a 20 de agosto, de terça a domingo, das 12h às 19h

Local: Paço Imperial – Praça 15, Centro do Rio

Entrada gratuita

Mais informações: (21) 2215-2093